O Coração da Vinha: Um Amor Que Nunca Morre
Language: pt
/0/15506/coverbig.jpg?v=4a6ea10f9eca4af6afb4ce346881ce49)
Era a minha peregrinação anual a Fátima, seis anos de culpa acumulada que nenhuma confissão conseguia aliviar. Ajoelhada no chão de pedra fria, no meio da multidão, vi-a. Era eu, translúcida, a flutuar perto do altar. A sua voz ecoou na minha cabeça, não nos meus ouvidos: "Sofia Almeida, ouve com atenção. Fica longe do Diogo Vaz. Hoje vais reencontrá-lo." O nome do Diogo atingiu-me como um raio. Um nome que eu tinha enterrado há seis anos, mas que ainda doía. A confirmação chegou rápida e cruel: um e-mail anunciava o seu regresso triunfal, o nosso prodígio do Douro, de volta. Mas o Diogo…